domingo, 28 de março de 2010

Quarenta graus.

Noite plácida,serena e bela.
Lua cheia,ardente e amarela.
Minhas vontades sobrevoando à todos,no recinto fechado e com som abafado.
Queria muitas coisas,naquele dia.
Podia poucas delas,segundo minha conciência.
Mesmo assim,não parava de quere-las, com tal ardência e tremor que eu nem imaginava!
Isso era de mim,de dentro de mim. E como diz um velho viajante de longos quilômetros de distância:
Eu sou mesmo uma avalanche.
Uma avalanche de fogo,só se for. Intensidade não cabe frieza,nem de longe!
Enfim descobri porque eu vivo com febre...

Um comentário:

Um bom proveito!