Intensidade nao cabe frieza,
Amor nao cabe piedade.
E quando voce apareceu,levou de mim uma parte.
- Eu não sou eu,nem sou o outro. Sou qualquer coisa de intermédio. Pilar da ponte de tédio,que vai de mim para o outro.
quarta-feira, 31 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Quarenta graus.
Noite plácida,serena e bela.
Lua cheia,ardente e amarela.
Minhas vontades sobrevoando à todos,no recinto fechado e com som abafado.
Queria muitas coisas,naquele dia.
Podia poucas delas,segundo minha conciência.
Mesmo assim,não parava de quere-las, com tal ardência e tremor que eu nem imaginava!
Isso era de mim,de dentro de mim. E como diz um velho viajante de longos quilômetros de distância:
Eu sou mesmo uma avalanche.
Uma avalanche de fogo,só se for. Intensidade não cabe frieza,nem de longe!
Enfim descobri porque eu vivo com febre...
quinta-feira, 25 de março de 2010
Dia de chuva.
Ela anda apressada,numa chuva arretada.
Derrepente um susto imenso,caiu num buraco tenso
De quatro no meio da rua,quase que sentiu-se nua.
E veio um rapaz te ajudar,era melhor se matar!
ele disse com ironia:'Caindo de madura lorinha? Vem te ajudo...'
e nao era pra rimar.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Despedindo.
Ninguem sabia,mas ele foi la para dar adeus.
Ninguem queria saber,so queria estar perto dele.
Ninguem percebeu,mas ele nao voltaria mais.
E enfim,todo mundo. Quero dizer,todos nos sentimos o vazio de nao te-lo denovo,
de nao ve-lo denovo,e nem de senti-lo.
Ele se foi,e deixou lembrancas.
Foi forte,mas era sua hora.
Deus o quis,como um soldado para lutar junto com ele la em cima,e olhar por nos,aqui debaixo.
E ele foi,e nao foi pensando nele. E sim na gente.
Vai com Deus,Mikael.
terça-feira, 23 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Utopia.
Crio cenas na minha mente. Cenas na qual so eu e voce estamos presentes.
Cenas que conversam com as cores,com as flores e com nossos amores.
Cenas criadas por mim,para dividirmos num ato de companheirismo.
Cenas que ficarao guardadas no meu coracao,e em meus sentidos.
terça-feira, 16 de março de 2010
quarta-feira, 10 de março de 2010
Delirio de rotina
Ele cantava e tocava seu violao,enquanto eu tomava banho. Deixei a porta meio aberta,para ouvi-lo
e deixar no ar uma expressao convidativa,se quisesse poderia entrar e tomar um banho vaporoso e demorado comigo. Sua voz rouca calou num impulso,entao pensei que estivesse cansado.
A porta se abriu e ele apareceu,feito gato arisco em casa nova. Estava lindamente suado e de cuecas,apenas. Os detalhes de seu corpo pareciam esculpidos de tao rigidos e visiveis! Suas entradinhas laterais deliciosamente convidativas me bambeavam as pernas e teu rosto limpo,me olhando de cima a baixo,desejando e resistindo,ao mesmo tempo me divertiam calorosamente. Esperou ansiosamente eu convida-lo,como se pedisse permissao ao chefe,para atirar num ladrao em fuga,e eu nem pestanejei.Puxei-o para dentro do BOX de vidro temperado transparentemente suado,e montei com pernas e tudo em volta de seu corpo com toda a minha excitacao. Nos beijamos fogosamente,e ele ofegava como se agradecesse estar ali,e eu mais ainda.Estava agora presa em seu corpo vaporoso e quente,olhava pra baixo e o via lamber meus seios gulosamente,e acreditem,isso ENLOUQUECIA. Fiquei ali,de olhos fechados e quase estatica,sentindo tudo aquilo,e num impulso escorreguei de seu corpo e me coloquei de pe,em sua frente,e fiquei olhando pra ele,imaginando qual desejo atenderia primeiro. Queria muitas coisas naquele momento,desde lamber cada pedacinho de seu corpo ate beija-lo enquanto a gente cavalga um pouco,mas ele me surpreendeu,tomando as redeas da situacao antes de mim,e me deitou rapidamente no chao molhado,com cuidado e montou em cima de mim vorazmente,me beijando incansavel. Desceu parecendo apreciar cada milimetro da minha pele. Me lambeu intensamente e totalmente,e eu sem forcas,apenas gemia. Me virou de costas pra ele e me botou de quatro,num ato de excitacao fenomenal. Me agarrou os cabelos deliciosamente e os puxou com ardor,e ao mesmo tempo massageava o que eu mais tinha de quente e pulsante ali,naquele momento. Me excitava ve-lo tomando conta da situacao,e por um momento gostei bastante de ser submissa a um homem,daquela maneira. Enquanto eu me deliciava com tal curra,deixava-o fazer o que sabia de melhor: SEXO. Passamos horas a fio,naquela funcao maravilhosa,no banheiro. Terminamos o 'primeiro round' e fomos direto para a cama. Entre beijos,afagos,carinhos,punhetas e chupadas gozamos enlouquecidamente,e a noite toda. Um pelo outro,um para o outro.
sexta-feira, 5 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Brasil

País de terceiro mundo,
pobre e desigual
adolescentes de 15 anos grávidas,segundo o percentual
Sociedade perdida,ditada pela tevê
'droga,sexo e rock'n'roll'
que os pobres pais não querem ver
Enquanto isso os deputado
enfiando a mão na grana,
de jatinho e terno Armani,aproveitando toda a zona
Polícia burra na rua,atira depois pergunta
matando gente inocente,por lutar por seus direitos,
por seguir a sua mente
Arruda filho da puta,comanda toda a festa
cadeia de magnata,e sua moral que não presta
Esse é o nosso Brasil,cheio de altos e baixos
enquanto tem uns roubando,tem outros sonhando alto.
O canto
Eu quis fazer uma canção,
uma canção de expressão
daquelas que dão lição,
que levam no coração,
e que lembrem do refrão,
Que não fosse mais em vão.
Não falaria de carrão,nem mesmo de mulherão!
E eu quis falar de amor,
daqueles que sente dor,
o amor numa canção
a canção que vem de dentro,que vem lá do coração
e a dor do meu amor também não seria em vão,
pois faria um sentido:
O de fazer minha canção.
uma canção de expressão
daquelas que dão lição,
que levam no coração,
e que lembrem do refrão,
Que não fosse mais em vão.
Não falaria de carrão,nem mesmo de mulherão!
E eu quis falar de amor,
daqueles que sente dor,
o amor numa canção
a canção que vem de dentro,que vem lá do coração
e a dor do meu amor também não seria em vão,
pois faria um sentido:
O de fazer minha canção.
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